O que o Novo Acesso Florianópolis NÃO É…

“NÃO É apenas uma PONTE”

Além da ponte, o projeto contempla a construção de um aterro de 2.758.000 m2 e todo sistema viário que fará a ligação da BR-101 à Beira Mar Norte, passando pela região continental e bairros de São José. O projeto tem moderno conceito e prevê passarelas em todo o perímetro, assim como ciclovias e faixas exclusivas para transporte coletivo.

NÃO É uma ação ISOLADA”

Trata-se de um projeto integrado com outras ações planejadas, como transporte marítimo, contorno viário, transporte público e outros projetos já em curso como a duplicação da SC401 e da SC405,  que visam melhorar a mobilidade e o trânsito na região da Grande Florianópolis.

NÃO É um projeto que INVIABILIZA ações em outras regiões de SC por seu elevado custo”

O financiamento TOTAL do projeto se dará por meio de Parceria Público Privada (PPP), onde parte da área criada pelo aterro será vendida à iniciativa privada. Ou seja, não haverá custo algum para o poder público e tampouco cobrança de pedágio ao usuário. Salienta-se, também, que todas as regiões do estado estão sendo ou serão contempladas com projetos estruturantes na área de mobilidade urbana.

NÃO É um bom projeto que só vai ficar no PAPEL”

O governo de SC encara a melhoria da mobilidade urbana nas cidades catarinenses como prioridade absoluta. Esta solução viária vem sendo planejada desde o início da atual gestão e tem o empenho de todo o governo para ser concretizada. Vale salientar que os municípios e prefeitos da Grande Florianópolis foram envolvidos no processo e apoiam a ideia. Também foram realizadas consultas prévias a diversos órgãos e todas as adequações para cumprir a legislação ambiental serão realizadas, assim como consultas públicas para aperfeiçoar o projeto. Contamos com o seu apoio para transformar esta ideia em bem-estar e qualidade de vida para os catarinenses!

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O que o Novo Acesso Florianópolis É…

NOVO ACESSO FLORIANÓPOLIS

O QUE É?

O Governo de Santa Catarina buscando a melhoria da mobilidade urbana e do trânsito na região da Grande Florianópolis, traz entre seus principais projetos o novo sistema de acesso a Florianópolis.

É importante destacar que o projeto do novo acesso à Florianópolis é constituído de três grandes obras: aterro, ponte e sistema viário.

A SITUAÇÃO ATUAL:

  • Florianópolis: acesso ÚNICO;
  • Tráfego de 178 mil veículos por dia, resultando em 1.954 veículos por hora em cada faixa;
  • Via Expressa (BR 282) – liga BR-101 à Ilha;
  • Congestionamentos em vários períodos do dia;
  • Projeção de tráfego para 2020 considerando o crescimento médio de veículos nos últimos 10 anos: 315.000 veículos por dia passando pelo acesso;
  •  Os estudos de tráfego apontam que 97.900 veículos/dia utilizariam o novo acesso hoje.

FIQUE POR DENTRO DO PROJETO!

O acesso à BR-101 se dará por uma via expressa de alta velocidade. O trânsito local se fixará nas vias marginais e seu acesso à via expressa passará por viadutos.

A PONTE:

Será formada por oito pistas (quatro em cada sentido) tendo 45 metros de largura e 1,6 km de comprimento. O projeto prevê pista exclusiva para o transporte coletivo, passarela para pedestres e ciclovia no mesmo nível da pista (como mostra a ilustração abaixo). Esses equipamentos de transporte alternativo acompanharão toda ponte e auto-pistas. A extensão do acesso, incluindo a ponte, totalizará 8,5 kms.

Divisão de vias da ponte da Quarta Ligação Ilha-Continente-BR101

Divisão de vias da ponte da Quarta Ligação Ilha-Continente-BR101

O SISTEMA VIÁRIO:

Será composto por via expressa que permitirá a ligação da BR-101 ao norte com a Avenida Beira-Mar Norte e via local integrando a via expressa aos bairros de São José e à porção continental de Florianópolis. O sistema viário será acompanhado de via arborizada em toda sua extensão, além de contar com bolsões de estacionamento e áreas de lazer.

Passarelas do projeto Novo Acesso Florianópolis.

Passarelas do projeto Novo Acesso Florianópolis.

O ATERRO: 

Toda a construção do sistema viário ficará sobre um aterro de 2.758.000 m2, que criará espaço para áreas de uso comum, áreas comerciais e áreas para órgãos públicos, visando reter parte do tráfego que chega à Ilha diariamente. As áreas do aterro se dividirão conforme se apresenta abaixo.

ÁREAS DO ATERRO: 

1.  Área de Uso Comum: 1.080.000 m² (39,15%)

Área verde – 913.800  m2

Sistema viário principal – 56.200  m2

Pistas de acesso à ponte  – 30.000 m2

Parque metropolitano – 80.000 m2

Áreas de lazer e parque:

  • Grande parque metropolitano com 80 hectares
  • Marinas
  • Amplos estacionamentos
  • Ciclovias
  • Pista de caminhada
  • Concha acústica
  • Áreas para prática de esportes
  • Praças nas áreas urbanizadas
  • Programa de arborização urbana
  • Paisagismo adequado à região e ao clima
  • 30% do total do aterro será de áreas verdes

2.  Área para o Setor Público – 548.000 m2 (19,86%)

Governo Federal – 160.000 m2

Marinha – 63.000 m2

Governo do Estado: 160.000 m2

Prefeitura de Florianópolis: 82.500 m2

Prefeitura de São José: 82.500 m2

3.  Área Comercializável – 1.130.000 m2 (com sistema viário local) (40,99%)

DETALHES IMPORTANTES:

  • A execução do projeto não interfere no trânsito durante sua execução;
  • O aterro e novo acesso já constam no Plano Diretor de Florianópolis; Veja mais.
  • A obra será realizada com poucas desapropriações, que estarão concentradas na chegada da BR-101;
  • O impacto ambiental da obra será pequeno. Não haverá desmatamento;
  • A construção do aterro permitirá o desassoreamento da baía;
  • Com oito pistas, a nova ponte equivale às pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Sales juntas;
  • A nova ponte está fora do polígono de tombamento da ponte Hercílio Luz.

PREVISÃO DE ENTREGA: 

  • Projeto básico, EIA-Rima, e Plano de Negócios devem estar concluídos no 2º trimestre de 2012.
  • Obras devem começar no 3º trimestre de 2012.
  • No 3º trimestre de 2014 deverá estar concluída a ponte e a ligação com o sistema viário do Estreito.
  • No 1º trimestre de 2016 devem estar concluídos o aterro e todas as obras de acesso à BR-101 e ao trânsito local.

INVESTIMENTO TOTAL:

R$ 1,1 bilhão. Este valor contempla a totalidade da obra, que compreende ponte, aterro e sistema viário.

FINANCIAMENTO:

A obra será realizada por meio de Parceria Público-Privada (PPP), de modo que a venda de parte da área de aterro, cubra 100% dos custos relativos à implantação do projeto.

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Maquete Eletrônica do Novo Acesso a Florianópolis e Quarta Ligação Ilha-Continente-BR101

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[Pergunta] Se a obra será financiada com a venda de parte do aterro, então porque não são utilizadas as enormes áreas vazias do aterro da baía sul para financiar esta e outras obras?

O projeto do aterro da baia sul não foi concebido através de PPP (Parceria Público Privada) e não foi projetado para essa finalidade. Esse aterro do continente é um projeto específico para formação de PPP.

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[Pergunta] Por qual motivo estão investindo em uma nova ponte ao invés de priorizarem um transporte coletivo de qualidade e de baixo custo?

Não há como fugir da realidade do automóvel. O nosso sistema, com apenas um acesso pela via Expressa, já não comporta o número de veículos existentes hoje. Com o crescimento do País, facilidade de crédito e também a questão cultural voltada para o uso do veículo, o Governo não pode ficar de braços cruzados ou fechar os olhos para a realidade. É preciso agir. Paralelo a isso estamos fazendo estudos sobre transporte de massa, com a utilização de VLT, BRT ou transporte aquático. Mas uma solução não inviabiliza a outra.

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[Pergunta] O projeto prioriza no aterro investimentos imobiliários. Isso deverá aumentar o volume populacional e consequentemente, atrair mais veículos na região. Não seria melhor optar por um aterro sem ocupação imobiliária, mas priorizar áreas de lazer?

A ocupação imobiliária é o que vai viabilizar o empreendimento. De outra forma a PPP teria que ser remunerada por pedágio, o que não está nos planos do Governo. Vale esclarecer que apenas um terço do solo criado será utilizado para exploração imobiliária. O restante será para parques e áreas públicas.

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[Pergunta] Sobre a questão da PPP com os terrenos de marinha, é viável?

Como será um solo criado, a informação que temos do Serviço de Patrimônio da União (SPU) e do Ministério do Planejamento é de que é possível, desde que respeitados limites de utilização de solo e também de pagamentos de taxas a União.

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[Pergunta] Os ônibus que passarão pela ponte não irão complicar ainda mais o trânsito, já que terão que ir até o Centro? Vai aumentar o tráfego de ônibus na Beira-Mar Norte?

A questão de tráfego dos ônibus e seus deslocamento na ilha está sendo estudado por consultoria especializada e em breve teremos um relatório completo com as sugestões e indicações de fluxo.

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[Pergunta] Outra curiosidade: a transferencia de Secretarias de Governo para cidades vizinhas, como Palhoça, São José, Biguaçu, etc. não iria contribuir para a redução de transito a Ilha?

O Governo do Estado é sediado na Capital, por isso não pode ter suas secretarias transferidas para outras cidades, mas sim para a região Continental, utilizando do próprio aterro que o Governo pretende construir. A Secretaria de Infarestrutura e o Deinfra já devem iniciar neste ano a construção da nova sede na avenida Ivo Silveira, região continental de Florianópolis.

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[Pergunta] As outras duas pontes serão usadas normalmente ou terão outros fins para trafego?

Continuarão tendo a sua utilização normal. Dependendo de estudos poderão ter faixas exclusivas para transporte coletivo.

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